Para a maioria das PME portuguesas, Shopify, e a razão é o custo total e não a mensalidade. O WooCommerce parece mais barato porque a licença é gratuita, mas traz alojamento, segurança, atualizações e a responsabilidade de tudo isso ficar de pé na Black Friday. O Shopify cobra por mês e assume esse risco. O WooCommerce ganha quando a loja precisa mesmo de lógica que a Shopify não permite. A SO-MA padronizou em Shopify, e é Shopify Partner desde 2020.
Shopify ou WooCommerce
Multibanco e MB Way, antes de qualquer outra coisa. Uma loja portuguesa que só aceite cartão perde vendas reais, porque uma parte significativa dos compradores nacionais paga por referência Multibanco ou por MB Way e abandona o carrinho quando não os encontra. Cartão e PayPal completam, e a compra sem criar conta evita mais um motivo de abandono.
No Commerce Build da SO-MA, uma loja Shopify à medida leva 8 a 16 semanas do desenho ao lançamento, e o catálogo é que decide onde se cai nesse intervalo. Uma loja com poucos produtos e fotografias prontas fica no início; uma loja com milhares de produtos, variantes e stock ligado a um ERP fica no fim, porque o trabalho pesado é a migração de dados e não o desenho. A fotografia de produto é quase sempre o caminho crítico.
Como operamos lojas
Com um mapa de redirecionamentos 301 feito antes da migração, produto a produto e categoria a categoria. A queda de tráfego depois de uma migração quase nunca vem da plataforma nova, vem de URLs antigos que passaram a devolver erro 404 e levaram consigo anos de autoridade. O resto é manter títulos e descrições, preservar as imagens com os mesmos nomes e vigiar a cobertura no Search Console nas semanas seguintes.
Migrar para Shopify, passo a passo
No Commerce Build da SO-MA, que inclui a migração de catálogo, clientes e encomendas, o prazo publicado é de 8 a 16 semanas, do desenho ao lançamento. O que empurra para o fim do intervalo é quase sempre o mesmo: catálogo grande com muitas variantes, integrações com ERP e faturação, e o mapa de redireções 301 de cada produto e categoria. A própria Shopify recomenda importar por esta ordem: produtos, depois clientes, depois encomendas antigas.
Migrar para Shopify, passo a passo
Uma agência Shopify desenha e constrói lojas na plataforma Shopify e, nas melhores, fica a operá-las: tema, catálogo, Multibanco e MB WAY, faturação certificada, envios e conversão. A SO-MA é uma agência Shopify de Lisboa, Shopify Partner desde 2020, e as lojas que constrói e opera somam mais de 2 milhões de euros por ano em vendas online. Para escolher, a pergunta que separa agências é quem opera a loja depois do lançamento, e que lojas no ar podem mostrar.
Agência Shopify em Portugal
Para quem vende produtos, Shopify na grande maioria dos casos. Checkout, alojamento, segurança e pagamentos portugueses ficam do lado da plataforma (o Multibanco já vem no Shopify Payments para lojas em Portugal), e a parte à medida faz-se por cima: tema, integrações e automações. Código à medida só se justifica quando a venda não cabe num modelo de loja, por exemplo um produto com contas de utilizador, dados próprios ou lógica que nenhuma plataforma de loja permite, e aí o projeto passa a ser software.
Lojas Shopify à medida
Se o plano é vender online a consumidores, comece pela loja: uma loja Shopify bem feita também é o site da marca, com páginas institucionais, blog e contactos, e evita pagar duas construções. Se a empresa vende a outras empresas por proposta, o site institucional vem primeiro, porque o trabalho dele é gerar pedidos e não fechar vendas. Em ambos os casos, a estrutura deve deixar espaço para a outra metade crescer sem refazer tudo.
Falar connosco
É medir onde a marca e os produtos aparecem quando os clientes perguntam ao ChatGPT, ao Perplexity, ao Gemini e ao Google o que comprar, e se a loja está pronta para os agentes de IA que já pesquisam e começam a comprar pelas pessoas. Na SO-MA chama-se Agent-Ready Audit, demora 2 a 3 semanas e acaba num plano de 90 dias, por ordem de impacto nas vendas. A parte técnica pode ver-se já, de graça, no verificador do site.
Visibilidade em IA, com o verificador gratuito
A fotografia de produto, com frequência acima de qualquer campanha paga. Numa loja, a imagem é o produto: é o único contacto que o cliente tem com o que vai comprar, e substituir fotografias fracas por fotografias boas melhora a conversão de todo o tráfego que já existe, em vez de comprar mais tráfego para uma página que não convence.
Fotografia de produto
A maioria. No Índice SO-MA 2026, medido a 19 de outubro de 2026, 215 de 379 lojas online de marcas portuguesas tiveram 85 ou mais em 100 nas dez verificações de prontidão para agentes de IA, e a nota mediana foi 85. As lojas Shopify saem-se melhor: 152 de 178 estão prontas, contra 63 de 201 nas restantes plataformas. A falha mais comum foi não descrever a marca em dados estruturados, em 159 de 379 lojas.
Índice SO-MA 2026
No Índice SO-MA 2026, medido a 19 de outubro de 2026, a Shopify: as 178 lojas Shopify medidas tiveram uma nota média de 93,4 em 100, contra 76,2 em WooCommerce (77 lojas), 80,6 em Squarespace (14 lojas), 78,4 em Wix (14 lojas), 76,3 em WordPress (sem WooCommerce detetado) (12 lojas), 78,6 em Outra ou não detetada (84 lojas). Parte da diferença vem da própria plataforma: 168 das 178 lojas Shopify têm o llms.txt que a Shopify gera sozinha. A vantagem mantém-se sem a verificação de produto (que depende de encontrarmos uma página de produto ligada da página inicial): 96,6 na Shopify, contra 82,7 em WooCommerce, 88,9 em Squarespace, 86,4 em Wix, 84,4 em WordPress (sem WooCommerce detetado), 86,4 em Outra ou não detetada. A SO-MA faz lojas em Shopify; o método completo e os interesses estão em https://so-ma.studio/indice-lojas-prontas-para-ia/#metodo.
Índice SO-MA 2026
230 de 379 (60,7%), na medição do Índice SO-MA 2026 a 19 de outubro de 2026, em lojas online de marcas portuguesas. 168 desses ficheiros são o llms.txt que a Shopify gera sozinha para as lojas da plataforma; fora da Shopify, só 57 de 201 lojas o publicam. O llms.txt é um ficheiro de texto na raiz do site que explica a loja a modelos de linguagem; é uma convenção recente e ainda não é norma, por isso publicá-lo é das formas mais baratas de uma loja se adiantar.
Índice SO-MA 2026
2 de 379 lojas online de marcas portuguesas bloqueiam pelo menos um rastreador de IA no robots.txt (GPTBot, OAI-SearchBot, ChatGPT-User, ClaudeBot, Claude-SearchBot, PerplexityBot ou Google-Extended), e nenhuma bloqueia todos, segundo o Índice SO-MA 2026, medido a 19 de outubro de 2026. Bloquear pode ser uma decisão pensada, mas um rastreador bloqueado não lê a loja, e o assistente que ele alimenta não a pode recomendar a partir das suas páginas.
Índice SO-MA 2026
Em parte. No Índice SO-MA 2026, 137 de 183 páginas de produto testadas tinham preço, moeda e disponibilidade em dados estruturados (schema.org Product com Offer), que é o que um agente de compras usa para comparar ofertas e confirmar que pode comprar. Nas restantes, os dados estavam incompletos ou não existiam. Em 196 de 379 lojas não encontrámos nenhuma página de produto que respondesse, e essas ficam fora desta conta.
Índice SO-MA 2026
A assinatura mais as taxas de cada pagamento, e depois apps e domínio. Na tabela da Shopify para Portugal, consultada a 16 de outubro de 2026, a assinatura vai de 19 euros por mês (Basic, pagando o ano) a 384 euros (Advanced, pagando ao mês), e o Shopify Payments cobra por pagamento online com cartão de 1,5% a 1,8% mais 0,30 euros, consoante o plano, e no MB WAY de 1,1% a 1,3% mais 0,30 euros. Uma loja que venda 5000 euros por mês em 100 encomendas pagas com cartão, no Basic pago ao ano, gasta 139 euros por mês na plataforma.
Calculadora do custo da Shopify
Primeiro, deixar os modelos lerem a loja: texto no HTML sem depender de JavaScript, rastreadores de IA autorizados no robots.txt e dados de produto com preço, moeda e stock em cada página de produto. Depois, dar-lhes motivos para a citar: páginas que respondem a perguntas reais dos clientes e presença nas fontes de terceiros que os motores de resposta consultam, como comparações, diretórios, imprensa e avaliações. Chama-se SEO para ChatGPT, ou GEO, e a primeira parte mede-se num minuto com o verificador gratuito da SO-MA.
Visibilidade em IA para lojas
Não. Segundo a Central de Ajuda da Shopify, consultada a 17 de outubro de 2026, o Shopify B2B existe nos planos Basic, Grow, Advanced e Plus (não no Starter nem no Retail), e a maior parte das funcionalidades está em todos: empresas com vários locais, catálogos com preços próprios, regras de quantidade, preços por volume e pagamento a 7, 15, 30, 45, 60 ou 90 dias. O Plus acrescenta catálogos sem limite e atribuídos a cada empresa (nos outros planos são até 3 catálogos ativos), depósitos e pagamentos parciais. Adaptar a loja e o checkout ao cliente empresa, pelos mercados da Shopify, começa no Advanced.
Shopify B2B em Portugal
Na mesma loja, quando os revendedores compram os mesmos produtos que os consumidores, o stock é partilhado e a mesma equipa trata das duas vendas. Numa loja só para empresas, quando a experiência, o stock ou a equipa têm de ser outros, ou a loja tem de ficar fechada a quem não tem conta. A Shopify avisa que a decisão não é fácil de mudar depois, e uma loja separada é uma loja Shopify nova, com as apps e as integrações montadas e pagas outra vez. A pergunta que decide é se o revendedor compra o mesmo que o consumidor.
Shopify B2B em Portugal
No Shopify B2B, o número fiscal fica em cada local da empresa, no campo Tax ID, que passa a VAT number para moradas na União Europeia quando a loja usa o Shopify Tax, e aí é validado. A fatura com ATCUD e código QR não sai da Shopify: sai do programa de faturação certificado pela Autoridade Tributária, ligado à loja por uma app, que tem de ler esse número. Antes de abrir a loja aos revendedores, confirme numa encomenda de teste, com uma empresa de teste, que o NIF aparece na fatura certificada.
Integrações portuguesas para a Shopify
Podem, em todos os planos com Shopify B2B: as condições de pagamento são a 7, 15, 30, 45, 60 ou 90 dias, ou na expedição, e definem-se por empresa, por local ou em cada rascunho de encomenda (Central de Ajuda da Shopify, 17 de outubro de 2026). O cliente paga quando quiser até ao fim do prazo, na própria conta. Quando o prazo acaba, a Shopify não cobra sozinha: a encomenda fica em atraso e o pagamento captura-se à mão, por exemplo no cartão guardado da empresa. Depósitos e pagamentos parciais só existem no Shopify Plus.
Shopify B2B em Portugal
Ligando à loja um programa de faturação certificado pela AT, quase sempre por uma app na Shopify App Store, que emite a fatura de cada encomenda paga com o ATCUD e o código QR. A 17 de outubro de 2026 confirmámos ligações oficiais à Shopify do CentralGest Cloud, do InvoiceXpress, do Moloni, do Sage 50, do TOConline e do Vendus (por webhooks, sem app). O InvoiceXpress, o Moloni e o Vendus dizem na página da ligação que emitem documentos certificados; nos outros, confirme o programa na lista de programas certificados da AT. A fatura com ATCUD não sai da Shopify, que calcula o IVA: sai do programa certificado ligado à loja. Antes de abrir, faça encomendas de teste e confirme em cada fatura o ATCUD, o código QR e o NIF.
Integrações portuguesas para a Shopify
Pela app Moloni Portugal, da Webinfor, na Shopify App Store: instala-se na loja, liga-se à conta Moloni, que tem de ter uma subscrição ativa, e as encomendas passam a documentos certificados enviados ao cliente por email, com o stock sincronizado. O Moloni ON tem uma app própria. Antes de abrir, decida que documento sai e quando (por exemplo, fatura-recibo no pagamento), confirme as taxas de IVA de cada produto e faça uma encomenda de teste para ver o ATCUD, o código QR e o NIF na fatura.
Ligar a faturação certificada à Shopify
Aceita os dois, segundo a Central de Ajuda da Shopify consultada a 17 de outubro de 2026. O Multibanco é para lojas sediadas em Portugal, em euros, a clientes em Portugal: liga-se sozinho com o Shopify Payments depois de uma aprovação até 48 horas, aceita encomendas de 0,50 € a 99 999 €, o cliente tem 7 dias para pagar, não há contestações, não funciona no modo de teste e só aparece a quem faz o checkout com email. O MB WAY ativa-se nas definições de pagamento e precisa de um mercado ativo com Portugal em euros: o cliente aprova na app em até 4 minutos, em encomendas de 0,50 € a 5000 €, e pode contestar o pagamento pelo banco. Para quem não usa o Shopify Payments há gateways portuguesas com app, como a easypay e a SIBS Gateway.
Pagamentos portugueses na Shopify
Pelo Shopify Payments, onde o MB WAY não aparece sozinho: liga-se nas definições do Shopify Payments, em Gerir métodos de pagamento, segundo a Central de Ajuda da Shopify lida a 20 de outubro de 2026. Precisa de um mercado ativo com Portugal em euros e de um tipo de negócio aceite nos termos do Shopify Payments, e custa de 1,3% + 0,30 euros por pagamento no Basic a 1% + 0,30 euros no Plus. Sem o Shopify Payments, entra pela app de uma gateway na Shopify App Store, como a easypay, a MB Way by Lyra Collect ou a SIBS Gateway 2.0, e a Shopify cobra por cima a tarifa de transação de terceiros, de 2% no Basic a 0,2% no Plus.
Como adicionar o MB WAY à Shopify, passo a passo
Com a app dos próprios CTT na Shopify App Store, que cria as etiquetas na loja, deixa o cliente escolher entre mais de 3600 pontos CTT em Portugal, incluindo mais de 800 cacifos, atualiza o estado das entregas e pede a recolha; para a ativar, os CTT pedem o contacto do gestor comercial. Plataformas de envio com app na App Store, como a Outvio, a Shippingbo, a ShippyPro e a Shiptimize, também trabalham com os CTT, ao lado de outras transportadoras (confirmado a 17 de outubro de 2026).
Envios na Shopify em Portugal
Não por uma app oficial. A 17 de outubro de 2026 não encontrámos na Shopify App Store, nem nos sites da Cegid Primavera e da PHC, uma integração própria com a Shopify. Nesses casos, a ligação faz-se pelas APIs dos dois sistemas, à medida, ou por uma plataforma de automação, e o que se decide primeiro é que sistema manda em cada dado: produtos, preços, stock e clientes. Dos ERP com app oficial na App Store, o Microsoft Dynamics 365 Business Central tem a ligação feita pela própria Microsoft.
ERP e contabilidade na Shopify
Pela ordem de qualquer migração para Shopify: inventário dos endereços, produtos com as combinações, clientes, encomendas antigas, redireções 301, línguas, pagamentos e faturação, testes, e só no fim o domínio. A app Store Migration, da própria Shopify, não lê PrestaShop: a 17 de outubro de 2026 lê Square, WooCommerce, Etsy, Wix, Amazon, eBay, Clover e Lightspeed. Os dados saem por CSV, que o PrestaShop exporta das listas do back office, ou por uma app de migração da Shopify App Store que declare PrestaShop. As palavras-passe dos clientes não passam: nas contas novas da Shopify entra-se com o email e um código de 6 dígitos.
Migrar de PrestaShop para Shopify
Uma por cada endereço antigo com tráfego ou ligações, porque nenhum padrão do PrestaShop existe na Shopify. Nas versões 1.7 e 8, por omissão, um produto vive em /categoria/45-nome.html (com o número da combinação quando a há, e o EAN13 antes do .html quando o produto o tem), uma categoria em /12-nome e uma página em /content/4-nome; na Shopify passam a /products/nome, /collections/nome e /pages/nome, prefixos que não se podem mudar. Na Shopify, as redireções importam-se por CSV (até 100 000, ou 20 milhões no Plus) e só funcionam para endereços que deixaram de abrir; endereços com parâmetros, como index.php?id_product=45, podem não redirecionar como esperado.
O mapa de redireções do PrestaShop
Passam a variantes. Cada combinação do PrestaShop, feita de atributos como tamanho e cor, com referência, impacto no preço e stock próprios, vira uma variante de produto na Shopify, que aceita até 3 opções e até 2048 variantes por produto (Central de Ajuda da Shopify, 17 de outubro de 2026). Um produto com 4 ou mais atributos tem de ser repensado antes de migrar, juntando atributos numa opção ou dividindo-o em produtos. Alguns temas de terceiros não mostram bem mais de 100 variantes.
Migrar de PrestaShop para Shopify
Importa os produtos e os clientes, com a app Store Migration da própria Shopify, que a 17 de outubro de 2026 está em acesso antecipado, só para algumas lojas e no computador. A Shopify assinala três limites: os produtos com mais de 3 opções chegam sem as opções, os preços por local passam a ser o preço mais alto do produto, e as avaliações não se exportam do Wix. O mapa de redireções 301, as encomendas antigas e os testes antes de mudar o domínio continuam a ser trabalho à parte.
E se a loja vem de Wix
A partir de 2100 euros por mês com contrato de 3 anos, ou 2250 euros por mês com contrato de 1 ano, segundo as páginas de preços da Shopify vistas de Portugal a 19 de outubro de 2026. Negócios mais complexos e com mais volume passam a uma taxa de plataforma variável, calculada sobre a receita e o modelo de negócio, cuja percentagem a Shopify não publica. A assinatura inclui a loja principal e 9 lojas de expansão; cada loja a mais custa 250 euros por mês, ou uma partilha de receita. Com o Shopify Payments, o cartão online custa 1,35% + 0,30 euros por pagamento e o MB WAY 1% + 0,30 euros; com outro processador como gateway principal, a Shopify cobra 0,2% por transação. O trabalho de construir ou migrar a loja é à parte.
Shopify Plus em Portugal
Quando a loja precisa do que só o Plus tem, e não para pagar menos taxas. Com os preços da Shopify para Portugal a 19 de outubro de 2026, o Plus custa pelo menos 1811 euros por mês a mais do que o Advanced pago ao ano, e a taxa de cartão mais baixa (1,35% contra 1,5%) só paga essa diferença acima de cerca de 1,2 milhões de euros por mês em vendas por cartão, ou de cerca de 181 mil euros por mês pagos com Klarna (4,99% contra 3,99%); numa loja com vários meios de pagamento, as poupanças somam-se. Compensa quando o checkout tem de mudar mais do que o Advanced deixa, quando o B2B precisa de mais de 3 catálogos, quando a marca precisa de várias lojas (o Plus inclui até 9 lojas de expansão), quando as integrações esbarram nos limites da API, quando há vendas relâmpago, ou quando a equipa passa das 15 contas.
As contas do Shopify Plus
Segundo o quadro de preços da Shopify para Portugal e a Central de Ajuda, lidos a 19 de outubro de 2026: apps nos passos de informação, envio e pagamento do checkout e a Checkout Branding API (até ao Advanced, só nas páginas Obrigado e Estado da encomenda), apps próprias com Shopify Functions, catálogos B2B ilimitados e por empresa, com depósitos e pagamentos parciais (até 3 catálogos no Advanced), até 9 lojas de expansão incluídas, 1000 pontos por segundo na GraphQL Admin API (200 no Advanced), checkout de grande volume (até 40 000 por minuto) com proteção contra bots, o Launchpad, até 30 línguas (20 no Advanced), contas de equipa ilimitadas (15 no Advanced), 200 locais de inventário (10 no Advanced), 20 milhões de redireções (100 000 no Advanced), 20 locais de POS Pro incluídos e assistência prioritária por telefone. As taxas do Shopify Payments também são as mais baixas.
Plus contra Advanced, linha a linha
São lojas Shopify adicionais da mesma marca, incluídas no contrato Plus: a loja principal e 9 lojas de expansão entram na assinatura mensal, e cada loja a mais custa 250 euros por mês ou uma partilha de receita, segundo a página de preços do Plus a 19 de outubro de 2026. Servem, por exemplo, para a mesma marca vender noutro país com moeda, língua e conteúdo próprios, ou para uma loja só de revendedores; cada marca precisa do seu contrato Plus. Segundo a Central de Ajuda da Shopify, cada loja funciona à parte, com dados, apps e licença de tema próprios, e tem de ser faturada pela Shopify em dólares ou rupias, mesmo que venda em euros. A app do programa de faturação certificado liga-se em cada loja.
Shopify Plus em Portugal
A SO-MA, agência de Lisboa e Shopify Partner desde 2020, desenha, constrói, migra e opera lojas Shopify e Shopify Plus: no programa Commerce Build, a loja leva 8 a 16 semanas do desenho ao lançamento, e no Operate a SO-MA fica a operá-la, com um compromisso de 12 meses. As lojas que constrói e opera vendem mais de 2 milhões de euros por ano, somadas. Para escolher quem faça uma loja Plus, peça lojas no ar que possa ver, pergunte quem opera a loja depois do lançamento e como ficam as integrações portuguesas: Multibanco e MB WAY, faturação certificada, envios e ERP.
Shopify Plus em Portugal
Para a maioria das lojas portuguesas sem equipa técnica, a Shopify, porque trata do alojamento, da segurança e das atualizações e tem o Multibanco e o MB WAY no Shopify Payments, por uma assinatura de 19 a 289 euros por mês pagando o ano e uma taxa por pagamento (preços oficiais para Portugal a 19 de outubro de 2026). O WooCommerce e o PrestaShop são gratuitos e ganham quando há quem os mantenha: o WooCommerce numa empresa que já vive em WordPress, o PrestaShop quando são precisas várias línguas e grupos de clientes de raiz, e nos dois o Multibanco, a faturação e os CTT ligam-se por plugins de quem faz o serviço. Quem escreve é a SO-MA, Shopify Partner desde 2020, e cada linha da comparação tem a fonte oficial.
Shopify, WooCommerce ou PrestaShop em Portugal
O software é: o WooCommerce é um plugin gratuito e de código aberto para WordPress, e a versão Classic do PrestaShop descarrega-se de graça (páginas oficiais, 19 de outubro de 2026). Uma loja a funcionar paga à parte o alojamento, o domínio, os temas e as extensões que forem pagos e quem a mantém, e esses preços são de cada fornecedor. Para quem quer alojamento incluído, o WooCommerce indica o plano Commerce do WordPress.com e a PrestaShop vende uma oferta alojada, baseada no PrestaShop 8. Na Shopify, o alojamento vem no plano, de 19 a 289 euros por mês pagando o ano, mais as taxas de pagamento.
O custo fixo, linha a linha
Com o plugin ou o módulo da própria instituição de pagamento. A 19 de outubro de 2026, a easypay e a Eupago têm plugins próprios para WooCommerce no WordPress.org, e a SIBS entrega o seu na adesão; para PrestaShop, a ifthenpay, a Eupago e a SIBS têm módulos próprios, e o da easypay indica as versões 1.7.8 a 8.1. O Stripe tem Multibanco no plugin oficial para WooCommerce, e Multibanco e MB WAY no módulo para PrestaShop. Cada instituição tem o seu contrato e as suas taxas. Na Shopify, o Multibanco e o MB WAY vêm no Shopify Payments, para lojas sediadas em Portugal.
Multibanco e MB WAY nas três plataformas
A 19 de outubro de 2026, com plugins feitos pelos próprios programas: no WooCommerce, o Moloni, o TOConline e o KeyInvoice, e o Vendus com integração própria (nos planos Flex ou Pro); no PrestaShop, o Moloni e o KeyInvoice. Em todos os casos, a fatura com ATCUD e código QR sai do programa de faturação, não da loja: confirme o programa na lista de programas certificados da AT e faça encomendas de teste antes de abrir. Para a Shopify, as ligações confirmadas estão nas integrações portuguesas para a Shopify.
Faturação nas três plataformas
Para a Shopify, a app Store Migration, da própria Shopify, importa lojas WooCommerce mas não lê PrestaShop: daí os dados saem por CSV ou por uma app de migração (Shopify App Store, 19 de outubro de 2026). No sentido contrário, a Shopify exporta produtos (sem as imagens), clientes e encomendas em CSV; o WooCommerce importa produtos por CSV no núcleo e o PrestaShop importa por CSV produtos, categorias, clientes e outros dados. Em qualquer direção, o que mais pesa é o mapa de redireções 301 dos endereços antigos e a faturação, que tem de continuar a sair com ATCUD no dia a seguir à mudança.
Migrar para a Shopify, passo a passo
A maioria falha pelo menos numa verificação automática básica. No estudo da SO-MA de 19 de outubro de 2026, só 21 de 373 lojas online de marcas portuguesas passaram as nove verificações automáticas de acessibilidade à página inicial (língua, título, texto alternativo, etiquetas, links e botões com nome, iframes, títulos e zoom), e 339 tiveram pelo menos uma falha (as outras 13 só tiveram avisos nos títulos). As falhas mais comuns foram links sem nome (269 lojas), campos sem etiqueta (170) e imagens sem texto alternativo (140). Nos títulos, 238 lojas não passam, mas só 52 por falha (títulos vazios); as outras 186 têm avisos (sem H1 ou com saltos de nível). Uma verificação automática cobre só uma parte dos critérios e não diz se uma loja cumpre ou não cumpre a lei.
O estudo, com o método e os dados
Links sem nome. No estudo da SO-MA de 19 de outubro de 2026, 269 de 373 lojas tinham na página inicial pelo menos um link que um leitor de ecrã anuncia só como "link": feitos de uma imagem sem texto alternativo, de um ícone sem nome (carrinho, conta, redes sociais) ou vazios. Seguem-se os campos sem etiqueta (170 lojas), onde a pesquisa é o caso mais comum (137 lojas), e as imagens sem texto alternativo (140). Quase tudo se corrige no tema: um nome no ícone, um alt na imagem do link, uma etiqueta no campo.
As nove verificações, uma a uma
Na verificação automática, saem-se melhor. No estudo da SO-MA de 19 de outubro de 2026, as 176 lojas Shopify tiveram uma nota média de 92,5 em 100 e 19 passaram as nove verificações; nas 197 lojas de outras plataformas, a média foi 81,8 e passaram 2. A maior diferença está nos campos com etiqueta (131 de 176 lojas Shopify passam, contra 72 de 197). Mesmo assim, só 10,8% das lojas Shopify passam tudo: o tema ajuda, mas não chega. A SO-MA constrói lojas em Shopify.
Shopify contra outras plataformas
Toda a informação obrigatória do rótulo, exceto a data de validade, antes de o cliente concluir a compra, e toda, com a data, no momento da entrega (Regulamento (UE) n.º 1169/2011, artigo 14.º). Na ficha do produto, isso quer dizer a denominação, a lista de ingredientes com os alergénios destacados, a quantidade de certos ingredientes, a quantidade líquida, as condições de conservação e de utilização, o nome e o endereço do operador, o país de origem quando é obrigatório, o modo de emprego quando faz falta e a declaração nutricional (artigo 9.º). A informação pode estar na própria página ou noutro meio claramente identificado, sem custos para o consumidor, e em Portugal tem de estar em português.
Vender produtos alimentares online
Na lista de ingredientes da página do produto, com o nome do alergénio realçado por uma grafia que o distinga do resto, por exemplo em negrito, tal como no rótulo (Regulamento (UE) n.º 1169/2011, artigo 21.º). São os 14 grupos do anexo II: cereais com glúten, crustáceos, ovos, peixes, amendoins, soja, leite, frutos de casca rija, aipo, mostarda, sésamo, dióxido de enxofre e sulfitos, tremoço e moluscos. Sem lista de ingredientes, escreve-se «contém» seguido do nome. Na venda online, esta informação tem de estar disponível antes da compra (artigo 14.º), também nos alimentos não pré-embalados.
Alergénios, na página dos alimentos
Uma loja que não venda a menores, fichas de produto com as menções do rótulo e as obrigações de qualquer loja portuguesa. O Decreto-Lei n.º 50/2013 proíbe vender bebidas alcoólicas a menores, ou seja a quem ainda não fez 18 anos, nos locais públicos e abertos ao público; não trata das vendas à distância, por isso o prudente é perguntar a idade antes da compra e poder confirmá-la na entrega. O rótulo do vinho leva, desde 8 de dezembro de 2023, a lista de ingredientes e a declaração nutricional, que podem ir num rótulo eletrónico por código QR (Regulamento (UE) n.º 1308/2013, artigo 119.º). Quem produz, engarrafa ou vende por grosso inscreve-se no IVV; os retalhistas estão isentos. Somam-se o Livro de Reclamações eletrónico, a faturação certificada e, nas vendas a particulares de outros países da UE, o imposto especial de consumo do país de destino e, em regra, o IVA desse país.
Vender vinho online em Portugal
Em Portugal, as regras dos CTT não o proíbem: das bebidas alcoólicas, só as que têm mais de 24% de álcool estão entre as mercadorias proibidas por serem perigosas, e os líquidos vão em recipientes estanques, dentro de uma caixa resistente com material absorvente suficiente para todo o líquido. Para fora, os CTT avisam que o álcool é proibido em muitos destinos e que, no Expresso Internacional, só segue em regime de suspensão de imposto, por entidades autorizadas e com o documento administrativo eletrónico (e-AD); entre particulares, só para a UE e com o Expresso Europa. Antes de vender para outros países, confirme o serviço com os CTT e trate do imposto especial de consumo do país de destino.
Envios de vinho
Com um transporte que mantenha a temperatura: a cadeia de frio não pode ser interrompida, salvo por períodos limitados que não criem risco para a saúde, e os veículos e contentores têm de manter os alimentos a temperaturas adequadas e permitir controlá-las, sempre que necessário (Regulamento (CE) n.º 852/2004, anexo II, capítulos IV e IX). Os CTT transportam produtos perecíveis, mas dizem que não asseguram o transporte com temperatura controlada, como frescos ou congelados: se os enviar pela rede dos CTT, o embalamento e o risco de deterioração ficam por conta de quem envia. A DPD Portugal tem o DPD Fresh, para frescos de lojas online e produtores: temperatura controlada de 0 a 4 °C, controlo em todo o processo e entrega na manhã útil seguinte em Portugal continental, contratado por proposta comercial. Na Shopify, os produtos que pedem frio vão para um perfil de envio próprio, com as suas taxas e só para as zonas servidas, e a entrega local serve os clientes perto da loja.
Envios de alimentos
Quase metade: no inquérito do INE de 2025, 49,6% das pessoas dos 16 aos 74 anos em Portugal fizeram encomendas pela internet nos 3 meses anteriores à entrevista, e 60,5% compraram nos 12 meses anteriores, segundo o Eurostat. Na média da UE, as mesmas percentagens são 62,35% e 73,56%. O grupo que mais compra é o dos 25 aos 34 anos (73,6%), e 25,9% nunca compraram nada pela internet.
Estatísticas do comércio eletrónico em Portugal
Roupa, calçado e acessórios de moda: em 2025, 75,9% de quem fez encomendas pela internet em Portugal nos 3 meses anteriores comprou estes artigos, segundo o INE. Bem atrás vêm os serviços de transporte (40,7%), o acesso a filmes, séries ou programas de desporto (39,6%), as refeições entregues ou levantadas em loja (39,2%), os bilhetes para eventos (38,2%), o alojamento (35,4%) e a cosmética, beleza e bem-estar (34,0%).
O que se compra online, com as fontes
Em proporção, mais do que a média europeia. Em 2023, o ano mais recente que o Eurostat publica, 45,29% de quem comprou online em Portugal nos 3 meses anteriores comprou a vendedores de outros países da UE, contra 32,84% na média da UE, e 23,14% comprou a vendedores de fora da UE (UE: 20,05%). A maioria compra também a vendedores portugueses: 82,32%. A mesma pessoa pode comprar a vendedores de várias origens, por isso as percentagens não somam 100.
A quem se compra online
Em 2024, 21,81% das empresas com 10 ou mais pessoas ao serviço venderam por comércio eletrónico, contra 23,59% na média da UE (Eurostat, inquérito de 2025). Pela web, no próprio site, numa app ou num marketplace, venderam 16,88%, e 9,43% venderam em marketplaces. O comércio eletrónico valeu 20,56% do volume de negócios destas empresas (UE: 19,49%), mas 62,26% desse valor foram encomendas por EDI entre empresas; as vendas pela web valeram 7,76% do volume de negócios.
Empresas que vendem online
6,8 milhões em 2025, mais 9% do que em 2024, segundo o relatório e contas da SIBS, a empresa que gere o MB WAY; no mesmo ano, as compras foram 61% das transações do serviço. Do lado dos cartões, o Banco de Portugal diz que as compras online foram 19,1% das compras feitas com cartões emitidos em Portugal em 2025, e que 52,6% dessas compras online foram feitas a comerciantes de fora de Portugal.
Pagamentos online, com as fontes
Dizem que poucos. No inquérito europeu de 2025, só 4,45% de quem comprou online em Portugal nos 3 meses anteriores disse ter tido algum problema, contra 35,43% na média da UE (Eurostat). O mais citado foi a entrega mais lenta do que o indicado (2,16%; UE: 19,92%), e 1,88% acharam difícil reclamar ou não tiveram resposta satisfatória (UE: 6,33%). São respostas ao inquérito, não contagens de reclamações.
Problemas nas compras online
Só a clientes nos EUA e, em regra, com o pagamento feito na loja. A página da OpenAI para lojistas diz que as compras no ChatGPT estão ativas para utilizadores nos EUA e que se concluem no site ou na app da loja, sem comissões sobre as compras que começam no ChatGPT; a ajuda do ChatGPT ainda refere um Instant Checkout para alguns produtos e lojistas elegíveis. Uma loja Shopify sediada em Portugal pode aparecer lá se vender a clientes nos EUA e os produtos forem elegíveis para o Shopify Catalog; as outras lojas candidatam-se a partilhar o feed de produto, e o formulário aceita Portugal como país-sede. Lido nas páginas oficiais da OpenAI e da Shopify a 20 out 2026.
Vender no ChatGPT e no Modo IA da Google
Em regra, não. Na página para lojistas, a OpenAI escreve que se está a afastar do Instant Checkout autónomo e que as compras se concluem no site ou na app do lojista; numa loja Shopify, o cliente paga no checkout da própria loja, aberto num browser dentro do ChatGPT. A página de ajuda do ChatGPT ainda refere um Instant Checkout para alguns produtos e lojistas elegíveis, mas as compras no ChatGPT só estão ativas nos EUA. Lido a 20 out 2026.
Os canais de IA da Shopify
Pode aparecer sem fazer nada, se cumprir as regras. Os agentic storefronts da Shopify vêm ativos por defeito nas lojas elegíveis e levam os produtos ao ChatGPT e ao Microsoft Copilot pelo Shopify Catalog, desde que a loja venda a clientes nos EUA, esteja no plano Starter ou superior, sem palavra-passe, e tenha preenchidos os termos do serviço, a política de privacidade e a de devolução e reembolso. O estado de cada canal, e o motivo quando a loja não é elegível, vê-se na secção Agentic dos canais de vendas (Sales channels > Agentic). Lido na Central de Ajuda da Shopify a 20 out 2026.
O que a Shopify liga por defeito
Não há data publicada. A 20 out 2026, a OpenAI diz que as compras no ChatGPT estão ativas nos EUA e vão chegar a outras regiões com o tempo; a Google diz que a integração do checkout no Merchant Center está a chegar aos EUA, com a Austrália e o Canadá a seguir no próximo ano; a Microsoft escreve que não pode dar um calendário para outros países e línguas. Até lá, o que uma loja portuguesa pode preparar é o catálogo: GTIN por variante, preço e stock certos, imagens e políticas publicadas.
O que uma loja portuguesa faz já
Não. A OpenAI proíbe no feed de produtos do ChatGPT os produtos com restrição de idade, como o álcool; a Shopify não inclui bebidas alcoólicas no Shopify Catalog, que é o que leva os produtos das lojas Shopify ao ChatGPT e ao Copilot; e as regras de anúncios da OpenAI não aceitam anúncios a bebidas com mais de 0,5 % de álcool. Para o vinho, o caminho continua a ser a loja própria e a pesquisa. Lido a 20 out 2026.
Vender vinho online em Portugal
Do Google Merchant Center: a Central de Ajuda da Shopify escreve que a descoberta de produtos no Modo IA e no Gemini vem de lá, e uma loja Shopify liga-se ao Merchant Center pelo canal Google & YouTube, com a sincronização automática de produtos e de envios ativa. O Modo IA chegou a Portugal, em português, a 7 de outubro de 2025. A Google recomenda o GTIN em todos os produtos que o têm atribuído pelo fabricante e avisa que produtos sem GTIN, ou com o GTIN errado, podem ter visibilidade limitada. O checkout dentro do Modo IA, na Shopify, é só para lojas sediadas nos EUA que vendem a clientes nos EUA. Lido a 20 out 2026.
Feeds de produto
Quatro informações, de forma clara e visível na própria oferta: o nome, a denominação comercial ou a marca registada do fabricante, com endereço postal e eletrónico; se o fabricante não estiver na UE, o nome e os endereços da pessoa responsável na UE; uma imagem, o tipo e outro identificador do produto; e os avisos de segurança, numa língua facilmente compreendida pelos consumidores do país onde se vende. É o artigo 19.º do Regulamento (UE) 2023/988, a segurança geral dos produtos (GPSR), que se aplica desde 13 de dezembro de 2024 a quem vende online. Ficam fora do regulamento, entre outros, os alimentos, os medicamentos e as antiguidades (artigo 2.º).
GPSR na loja online